quinta-feira, 4 de abril de 2013

17 anos de vida, eu tô perdido.

Hoje é um dia especial pra mim. Não que em alguma vez eu tenha percebido notável diferença entre esse hoje e o ontem... A diferença, com toda certeza, vem com o tempo. Mas hoje eu resolvi deixar o dia ser realmente meu... Sabe, com essa história toda de fazer o que eu quiser, de sentir o que precisar e, de ser feliz até quando não der?! Sabe quando bate uma loucura e uma vontade de ser você, de usar e abusar dessa possibilidade sem preocupações?! Pois é. Hoje eu tô mais eu, e na vibe daquela música: "hoje ninguém vai estragar meu dia". Posso e vou me desejar toda felicidade possível, que eu não perca minha essência de criança, mas deixe o tempo me amadurecer para as horas certas. Como já disse Clarice, "existe em mim um lado criança que não cresce jamais." Que esse maldito tempo só faça o bom, e nunca estragos. Que abraços não faltem, e que choros façam parte. Como já cantou Frejat, "que você descubra que rir é bom, mas que rir de tudo é desespero". E, que eu aprenda comigo, cada dia mais. E que a vida continue apenas seguindo seu ciclo.
Acho que é isso, Flavinha. Meus parabéns, porque você merece.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

quarta-feira, 20 de março de 2013

E por falar em razão de viver...

Oi, err, ãah... Desculpa... Ser assim. Não! Escuta antes de reclamar, deixa eu falar, tá?!
Só pra começar, tá frio. O que implica em usar pantufas, o que é fofo, o que me lembra a gente. Segundo ponto: tá frio! Tudo aumenta com o frio como já sabemos. Principalmente a paixonite. E com todas essas histórias que você sabe quais são, me sinto cada vez... pior e, mais precisando de alguém. Infelizmente não consigo precisar de alguém que não seja você. E de novo, desculpa. Mas agora pelas palavras. Deve ser ruim carregar tão grande responsabilidade. Mas é que eu me encontrei em você e, por qual motivo deixaria minha zona de conforto? Vou só te falar que... machuca. Mas tudo faz parte de uma transição (talvez até a gente). Dói pensar, dói sonhar em vão... Estou aprendendo a aceitar os fatos. Mas nunca saberei guardar os fatos em mim e, como sempre foi  eu escrevo. E no final das contas é disso que eu preciso: me perder de mim, em palavras.  Vim aqui por dupla necessidade: de você, e de mim. Eu preciso de cada pedacinho seu, mas só se for com vontade. Não quero sua voz mucha, nem seu sorriso frouxo. Me tornei exigente. Por mais que eu precise, só quero se a vontade for mútua, entende?! E antes de precisar e querer tudo isso, eu quero que não doa em mim. Pela primeira vez, doer é pior que não ter.
Já tá dando aquele nó na garganta (e na cabeça).
Pra falar a verdade, só vim aqui te dizer que tenho saudade (tô morrendo de saudade). Vê se entende que minha saudade não machuca ninguém (só eu).

terça-feira, 12 de março de 2013

Dá serie: nerds apaixonados.

O sorriso dele é quase como um adjetivo restritivo(pra mim).


Obs: adjetivo restritivo é uma característica essencial do ser, algo que sem ela, o ser não existe.