sábado, 30 de abril de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
O que você faria se só te restasse um dia?

domingo, 17 de abril de 2011
Amor não é nem metade do que sinto
Ela havia descoberto naquela manhã e não aguentaria guardar esse segredo por muito tempo. Primeiro pensou em contar para as amigas, mas teve medo da reação delas. Decidiu contar a ele, e depois resolveriam. O coração dela batia acelerado, e em dobro, se é que me entendem. Quando o encontrou queria ser direta, mas as palavras não saiam. Eles não eram o típico casal. Ele, o popular jogador de futebol e ela, a nerd do terceiro ano. Uma noticia como essa arruinaria a vida dele. O medo batia na cabeça dela: cuidado! Quando se encontraram, ele a envolveu no braços fortes e a beijou. Ela recuou. Ele achou estranho. Ele tinha o estilo marrento sempre dando uma de fortão, mas perto dela seu coração derretia:
- O que foi?
- Nós precisamos conversar. - Sua expressão estava assustada.
Ele esperou que ela continuasse a falar. Ela esperou que as palavras saíssem. Tudo que parecia era que só iriam sair lágrimas. Mas ela devia permanecer forte, ou ao menos tentar se demonstrar forte. Ela não conseguia olhar nos olhos dele. Ela sentou no chão e colocou a mão sobre a barriga, e baixou a cabeça, deixando escapar uma lágrima. Ele a olhou como se já entendesse, e se sentou ao lado dela.
- Tenho medo, de colocar tudo a perder. - Ela não o olhou, pois tinha certeza que seus olhos demonstravam angustia.
- Eu já sei o que houve. Eu nunca vou abandonar vocês.
- Você vai deixar de me amar, depois disso. É um passo muito grande na nossa vida.
- Você bem sabe que eu nunca deixaria de te amar por uma bobagem dessa. - Ela a beijou, na bochecha dessa vez, a levantou nos braços, dando um rodopio com ela. - Eu te amo tanto, e a próxima garota que amarei será nossa filha.
- O que foi?
- Nós precisamos conversar. - Sua expressão estava assustada.
Ele esperou que ela continuasse a falar. Ela esperou que as palavras saíssem. Tudo que parecia era que só iriam sair lágrimas. Mas ela devia permanecer forte, ou ao menos tentar se demonstrar forte. Ela não conseguia olhar nos olhos dele. Ela sentou no chão e colocou a mão sobre a barriga, e baixou a cabeça, deixando escapar uma lágrima. Ele a olhou como se já entendesse, e se sentou ao lado dela.
- Tenho medo, de colocar tudo a perder. - Ela não o olhou, pois tinha certeza que seus olhos demonstravam angustia.
- Eu já sei o que houve. Eu nunca vou abandonar vocês.
- Você vai deixar de me amar, depois disso. É um passo muito grande na nossa vida.
- Você bem sabe que eu nunca deixaria de te amar por uma bobagem dessa. - Ela a beijou, na bochecha dessa vez, a levantou nos braços, dando um rodopio com ela. - Eu te amo tanto, e a próxima garota que amarei será nossa filha.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
Nossa familia.
E.A.C. abril 2011 - XXXVI CANTO.
Vocês conseguiram em um mês, o que muita gente nunca conseguiu em anos. Vocês me alegraram, fizeram eu ter ao mesmo tempo, o melhor e mais triste aniversário, vocês me fizeram chorar por um dia inteiro, pelo simples motivo de não ver vocês todas as tardes. Vocês entraram a fundo na minha vida, e tocaram minha alma. Vocês são o que eu chamo de anjos, e todos de uma asa só, então voaremos se estivermos abraçados. Obrigada, pela melhor experiência da minha vida. Eu não tenho palavras pra descrever. Já sinto tanta falta. E que todos os sabados sejam tão unidos quanto uma sexta-feira qualquer. Eu amo vocês, todos.
terça-feira, 5 de abril de 2011
domingo, 3 de abril de 2011
Você disse que me amava, ou eu o fiz. Talvez ambos.
Quando eu sonho, não costumo lembrar do rosto das pessoas, mas eu me lembrei daquele. E o pior, era um desconhecido que eu conhecia tão bem. Pode-se dizer que o tom da pele dele, se igualava ao dourado, seus olhos eram escuros e amendoados e seu cabelo, preto e liso, mas totalmente bagunçado. Tinha uma voz meio doce, e um sorriso meio safado. As vezes essas características trocavam de lugar, e eu adorava o seu sorriso doce. Não sei se chegamos a nos abraçar, mas sei que falamos. A gente estava lá em cima, e a unica coisa para se fazer era conversar. Eu tinha um sorriso e voz tímidos. Pouco falava, no começo. Mas por sermos tão inexperientes, ambos falamos tanto. E não só sobre a nossa falta de experiência, mas falamos também de coisas sem importância. E dentre nossas desimportantes conversas, eu lembro de falarmos no mesmo tom, sobre algo importante demais para mim. Mas o citamos como insignificantes, porque nada mudaria aquele sonho.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Sobre cafés e cupcakes.
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