sexta-feira, 11 de março de 2011


- Posso segurar sua mão?
- Não.
- Mas por quê?
- Porque vai doer muito quando você soltá-la.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Tornar um amor real é expulsá-lo de você, para que ele possa ser de alguém.



O verbo amar vem do latim “amo”, que é uma contração de “a me o” , que quer dizer “saio de mim”. Amar é sair de si, doar-se ao próximo.
Como diria Nando Reis. (ao titulo).

terça-feira, 8 de março de 2011

O nosso amor é teatro.

O que a gente tá fazendo aqui agora, é teatro. Você finge que me ama, e eu finjo que acredito.



Frase escrita originalmente na apostila de Arte, dentre uma conversa sobre teatro, ao qual o meu professor disse que no teatro, nós fazemos um contrato, de acreditar na mentira que os atores fazem de fingir ser alguém que não é. E mesmo sabendo que é mentira, nós fazemos parte disso. O teu amor é meu teatro, e eu pagaria para te ver em cena.

segunda-feira, 7 de março de 2011

E não se esqueça, eu estarei aqui.

Todos os filmes românticos que eu vejo, me fazem pensar em você. Toda lugar que passo, existe um casal, que me faz pensar na gente. As letras de Renato, tem sentido, e me lembram de você. Não sei se é de tanto você falar nele, ou se ele diz coisas como: "se você quiser alguém prá ser só seu, é só não se esquecer, eu estarei aqui..."

domingo, 6 de março de 2011

Os idiotas são mais felizes.Eles não sabem que vão morrer.
Eu seria mais idiota por você.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Ain't no romance around there



- O que aquele cara queria com você? 
-  Ele queria saber o que é preciso para me conquistar! 
-  Que ridículo, e o que você respondeu? 
-  Que ele precisaria ser você.


terça-feira, 1 de março de 2011

This romeo is bleeding, but you can't see his blood.

Apanhou um pedaço de papel e escreveu rapidamente o nome e o telefone, e depois piscou para o moço, e saiu correndo. Ela estava atrasada para aula, e estava chovendo. E o pior de tudo, ele à havia visto. Mas ele nem se preocupou em sair correndo. Que se dane a aula, e muito mais a chuva. Ele estava em choque com a cena que vira. Será? Ela seria capaz de trai-lo? Eles eram amigos desde criança, e aquilo havia se transformado em um romance havia dois anos. Que antes de trai-lo, eles terminassem. Ele odiaria ganhar um par de chifres da amiga de infância. Mas ele havia visto. E em vez de ir para aula, foi para o Playground de skate que havia perto da praça. Ficou sentado lá por um tempo, escutando música. Havia deixado o skate em casa, e não tinha mais ninguém por ali. A chuva só aumentava, ele nem ligava. Ficou fazendo planos. Ele haveria de descobrir se ela estava traindo-o. Ele já tinha o plano perfeito em sua mente, só precisava encontrar o homem de novo. Na manhã seguinte ele foi para o mesmo lugar onde ela estava. O homem estava lá.
 - Hey, eu vi você ontem, com uma garota aqui. Na verdade, vi apenas quando ela lhe passou o telefone. E então, quem é ela? 
O homem se sentiu estranho de falar com um total desconhecido. Mas ela era muito bonita, ele haveria de falar até com o barman. 
 - Ah, ela é apenas uma menina com quem estou saindo. Bonita né? Marcamos um encontro nesta noite.
Isso já era informação o suficiente para ele. 
 - Ah, bonita mesmo. Agora tenho que ir. Tchau!
 Ele teria que programar tudo para aquela noite. 
Exatamente 17:43 ele liga pra ela:
 - Quer vir jantar aqui em casa hoje? Meus pais estão viajando. A casa é só nossa.
Ela não havia se animado muito, e quase disse que teria que sair. Mas a voz dele estava tentadora, e ela não podia largar o namorado. Então desmarcou com o amante. 
 - Tá bom. Apareço ai, as 9. Pode ser?
Nove horas estava ótimo. Ele tinha tempo de preparar tudo.
Ele nem se preocupou em arrumar o jantar, havia coisas melhores com que ele devia se preocupar.
O relógio bateu nove horas. Ela tocou a campainha. Estava linda, produzida, como sempre. O sorriso dela chegou em sua mente, e trouxe uma calma que quase o fez mudar de ideia. Mas o castigo da vingança bailava entre eles. Então ele fechou a porta silenciosamente. Ele já havia pensando em tudo. Ela sentou no sofá, enquanto ele disse que iria colocar uma música. Voltou, com uma carta em mãos, e dois fios elétricos, o típico vermelho e azul. Eles estavam ligados ao possível som, que ele foi colocar a música. Ele pegou cuidadosamente a ponta de cada um, e juntos colocou em sua garganta. Aquele choque foi fatal. Na hora, ele caiu no chão, e ela caiu em cima dele:
 - Por que você fez isso? -  Ela chorava em cima dele. 
Ele foi esperto o suficiente para já chamar as ambulâncias. Ela era a unica testemunha daquilo, e mesmo assim não foi dada como culpada, apesar dela mesmo ter dito várias vezes para a policia que ela quem havia provocado tudo isso. Após ter passado um pouco do choque, lembrou-se da carta que ele havia nas mãos dele, quando ele chegou na sala. Ela abriu cuidadosamente a folha toda molhada de lágrimas. Dentro dela havia apenas uma palavra. Era um nome. O nome do homem com quem ela pretendia sair esta noite. 

Pauta para 56° Edição conto/história do Bloínques. O titulo, para quem não sabe é a musica Always do Bon Jovi.